sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

AutoPreto

É um assunto inútil e que não precisa ser comentado, mas desde quando eu falo sobre alguma coisa que merece ser comentada?!


De uns tempos pra cá, minha cabeça tem virado totalmente. Antes do mês passado, eu amava muito a minha cor e fazia de tudo pra mantê-la (até não ver o mar quando ia pra praia). Eu gostava de usar só tênis, durante o dia e gostava daquelas camisetas de menininhas emo-glam que acham que têm estilo. Você sabem do que eu to falando. E eu realmente amava rock/pop-rock mais do que qualquer coisa na vida. Mas, de um dia pro outro (juro que foi de um dia pro outro!), eu tenho usado aquela bata verde seguidas vezes, aquela calça larga mais ainda e aquela rasteirinha de onça que a minha irmã comprou no Armazém Cigano. Ah, e pode até ser pelo calor de 42ºC que tá fazendo aqui em Porto Alegre há três semanas, mas eu não lembro da última vez que fui trabalhar vestido calças em vez de vestido. E eu fiz um dread dia 27 de Janeiro e que ainda está na minha cabeça apodrecendo o meu cabelo. Quer dizer, antes eu mal suportava deixar o meu cabelo cacheado e agora eu mal olho pra minha chapinha! O resto é bem tranquilo, eu comecei a ouvir mais Ka'Au Crater Boys e Butch Helemano (e Jack Johnson, e Donavon Frankenreiter...) do que McFly e Motion City Soundtrack, ter chars mais padronizados como surfistas loirinhos do que eu tinha antes, começar a ver os preços e possibilidades pra ir morar na Austrália.
De novo, todas essas coisas foram bem leves.
Lembra da minha cor? Aquela que as gurias metidas a intelectuias/rockerzinhas amam ter e que não trocariam por nada? Aquela cor que elas acham que as pessoas invejam? Pois é, eu podia até contar quantas veias eu tinha nos braços. Até semana passada, quando eu fui comprar um Dorflex na Panvel. Cheguei lá, comprei e quando eu estava prestes a sair, vi os bronzeadores na prateleira. Hm. Perguntei o preço e, afinal, não era nada caro - muito mais em conta que aqueles protetores Sundown, Coppertone ou Banana Boat FPS 30 ou 50 que custam um caminhão de dinheiro. Resolvi comprar, apesar de correr o risco de virar um camarão bem tostadinho com aquele FPS número 2. Então eu olhei pra cima e vi. Vi o que eu tava procurando. Aquela coisa que nos faz ficar exatamente como queremos sem precisar derreter/assar/fritar debaixo do sol. A salvação das patricinhas/peruas/e até mesmo das posers-surfistas, como eu: O AUTOBROZEADOR. O dinheiro era do meu pai, mas eu não pensei duas vezes antes de levar! Fiquei devendo R$11,90 mas foi por uma boa causa.
Ao contrário do que vocês pensam sobre a cor do bronze, ela fica linda em qualquer um. Até na mina que já foi o maior fantasma ever! Eu estou me sentido ótima com isso tudo e acho que vou continuar com essa minha mudança muito louca!

Mas, dessa vez, não vou ficar com preguiça da hora de tirar o autobronzeador das mãos!

@Friend control (6)

Fechei a fic porque deu erro na hora de postar o fim e eu fiquei muito insana.

No fim, a Larissa consegue controlar todo mundo, mesmo que não estejam perto. Leo e Rita brigam e Leo vai até a casa de Larissa e a encontra com o Controle na mão. Eles brigam, ela tenta atacar ele e bate na quina da mesa e começa a sangrar feito louca e perde totalmente a noção. Rita chega. Leo abre a porta e deixa que ela veja o que está acontecendo. Rita não reage, apenas observa, chocada. Leo conta que já teve um Controle de Amigos como aquele, mas que se livrou do objeto antes que perdesse a noção. Larissa ri descontroladamente e diz que Leo não pode fazer nada pra impedi-la. Ele está com o Controle na mão e segurando Larissa pelos cabelos. Procura o botão "turn off" e aperta. Larissa desaparece da casa instantaneamente, enquanto falava como ia controlar o mundo todo. Leo tira Rita da casa e ela se esquece de tudo o que aconteceu nas últimas semanas, assim como todos que tinham alguma ligação com Larissa.